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10 de junho de 2019

Gigante do comércio eletrônico Mercado Livre tem os pés fincados na sustentabilidade

Presente em 18 países, a empresa cujo modelo de negócios é fonte de sustento para mais de 580 mil famílias latino-americanas promove o empreendedorismo digital, a inclusão financeira e a diversidade com práticas sustentáveis e inovadoras

Vinte anos atrás, quando o comércio eletrônico ainda engatinhava, o Mercado Livre tinha sua imagem vinculada ao segmento de leilões on-line. Ao começar a se questionar sobre como crescer de maneira sustentável, a empresa promoveu uma reestruturação do negócio e um reposicionamento de marca que a catapultaram para a liderança do mercado de comércio eletrônico na América Latina e para a sétima posição no ranking mundial de empresas de tecnologia.

De simples site de compra e venda por lances, a companhia passou a atuar como marketplace – um shopping virtual onde mais de 260 milhões de usuários anunciam, vendem, compram, pagam e enviam seus bens e serviços pela Internet. Com o sucesso, o centro de compras se transformou em uma plataforma de tecnologia que alavanca ideias e negócios, dinamiza o comércio e multiplica a geração de empregos.

Em um mundo de transformações políticas intensas, pluralidade de vozes e demandas urgentes por direitos humanos e ambientais, o crescimento do Mercado Livre passa pela compreensão simples de que iniciativas de cunho social estão relacionadas diretamente com o sucesso dos negócios, pois a cooperação é um dos meios de evitar o caos social. Seu maior desafio, portanto, era corresponder aos valores da sociedade sem reduzir receitas, e desenvolver projetos e ações específicos que vão além do discurso publicitário. Dessa foram, criou uma estratégia de sustentabilidade que se baseia em três pilares: impulso do ecossistema empreendedor, contribuição com as comunidades nas quais está presente e redução do impacto ambiental em suas operações. O resultado desse posicionamento, que ficou cada vez mais assertivo com o passar dos anos, se reflete no desempenho da empresa em 2018:

Os dados acima estão descritos no Relatório de Sustentabilidade 2018, que a companhia divulgou no último dia 5 de junho e que dá bem a medida de que vale a pena investir o capital de modo a convertê-lo em progresso social.

ECOSSISTEMA EMPREENDEDOR

O crescimento do Mercado Livre passa pela promoção da inclusão financeira. A companhia criou outras empresas, como o Mercado Pago e o Mercado Crédito, que democratizam o comércio e o dinheiro e rompem barreiras geográficas e econômicas para igualar as oportunidades entre as grandes empresas e os pequenos empreendedores. Em 2018, mais de 600 mil pessoas na América Latina obtiveram rendas significativas por meio do Mercado Livre. O Mercado Pago, solução digital que intermedeia as transações financeiras entre vendedor e comprador e oferece várias formas de pagamento, foi um dos grandes impulsionadores da plataforma na região, pois promove a inclusão do consumidor e do empreendedor desbancarizados. Em 2018 foram realizadas 389,3 milhões de transações via Mercado Pago, num total de US$ 18,4 milhões processados.

No rol da inclusão financeira também entra o Mercado Crédito, uma alternativa de financiamento voltada aos usuários da plataforma – microempreendedores e consumidores – que não têm cartões de crédito e que, portanto, não conseguem adquirir artigos de preços elevados ou desenvolver seus negócios. A empresa criou seus próprios modelos de risco de crédito, que qualificam o consumidor e o microempreendedor de maneira diferente das instituições financeiras tradicionais. No ano passado, o Mercado Livre concedeu US$ 264 milhões em crédito. Para a empresa, educação e inclusão financeiras são eixos fundamentais para reduzir a pobreza e alavancar o desenvolvimento social e econômico das pessoas.

A atuação do Mercado Livre no mercado não está voltada apenas para o desenvolvimento de soluções que, ao ajudar seus usuários, também alavancam o negócio da companhia. Por meio da geração de oportunidades de inserção no mercado de trabalho, a empresa tem como objetivo principal criar um ecossistema de comércio eletrônico sustentável nos 18 países onde atua. Somente em 2018, o MeLi investiu US$ 109 milhões na infraestrutura da América Latina, com locação de equipamentos, ativos intangíveis e negócios adquiridos. Criou, com isso, mais de 1.600 postos de trabalho, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico da região – 98% dos fornecedores da empresa são locais. São vendedores, compradores, parceiros logísticos, fornecedores de serviços de comercialização e administração, de infraestrutura física e de infraestrutura virtual, que formam uma rede que gera emprego e renda.

A empresa dá especial atenção a parceiros que produzam bens e serviços com o propósito de solucionar situações de pobreza, exclusão, desemprego, falta de acesso a oportunidades e discriminação, entre outros aspectos, e que adotaram um propósito ambiental oferecendo novos produtos e processos que preservam e regeneram os ecossistemas. No ano passado, adotou na Argentina uma política que estabelece critérios de prioridade para fornecedores sustentáveis com preços iguais ou até 10% superiores a qualquer alternativa. Além disso, criou o Manual de Compras Sustentáveis, que traz um guia de fornecedores que operam dentro da nova política ambiental da casa, e desenvolveu o programa “Mide lo que importa”, que incentiva a cadeia de valor a incorporar ferramentas para a medição do impacto socioambiental, de forma a gerar um círculo virtuoso.

Os fornecedores que participam do programa contam com a equipe do MeLi para auxiliá-los, por meio de suporte, webinars de capacitação e acompanhamento personalizado, a melhorar seu impacto social e ambiental. Deu tão certo que, já em 2019, a política será ampliada para todos os países onde a empresa atua. Paralelamente, a companhia criou inciativas como a #EcoFriday, a primeira campanha de comércio eletrônico com impacto social, ambiental e econômico na América Latina que potencializa o sistema empreendedor de triplo impacto. A #Ecofriday reúne mais de 30 mil produtos sustentáveis de mais de 6.000 empreendedores, com itens que se destacam pela eficiência energética, pelo uso de materiais reciclados ou pelo benefício social que aportam. Com a ONG argentina Njambre, o Mercado Livre desenvolveu um guia para ajudar empreendedores a identificar como, a partir de seus negócios, o empreendedor pode ir além de uma transformação positiva na sociedade e no meio ambiente.

Chicas en Tecnología, na Argentina, incentiva mulheres a atuar no mercado de TI

Ainda pensando no triplo impacto, o Mercado Livre desenvolveu, em conjunto com a organização internacional Ashoka, um programa para selecionar e potencializar empreendedores sociais com foco no desenvolvimento de novas tecnologias, inclusão social e apoio ao ecossistema empreendedor de populações vulneráveis. São 3.300 membros em todo o mundo contando com o apoio das duas organizações para multiplicar seu impacto positivo na sociedade. Em 2018, foram aprovados para o programa os criadores do Chicas en Tecnología, uma empresa que visa a reduzir o gap de gênero na ciência e no setor de tecnologia na Argentina, do Feira Preta, que capacita, acelera e gera renda para empreendedores negros no Brasil, e o iLab, que ajuda mexicanos economicamente vulneráveis a alcançar oportunidades de inclusão no mercado de trabalho por meio da formação em habilidades em inovação.

COMUNIDADE

O Relatório de Sustentabilidade do Mercado Livre aponta as parcerias que a companhia faz para despertar o interesse dos jovens pela tecnologia. São vários programas de capacitação em pensamento computacional, programação e comércios digitais, que promovem a inclusão social com ênfase na promoção das mulheres no setor. Com o Chicas en Tecnología, por exemplo, o Mercado Livre trabalhou como mentor de uma equipe de jovens programadoras no desenvolvimento de um aplicativo. A ONG já capacitou até agora 1.268 garotas entre 13 e 17 anos e impactou mais de 70 instituições educativas. No Uruguai, a empresa apoia o programa Jovens na Programação, que oferece cursos de programação para jovens que tenham completado o ensino médio. Mais de 900 estudantes foram capacitados em 2018.

O Mercado Livre promove ou apoia inciativas que envolvem os jovens e a tecnologia

Na Argentina e no Uruguai, juntamente com a Fundación Eidos e a plataforma Mumuki, o MeLi desenvolveu o Tec.LA, um programa que capacita docentes para estimular o pensamento computacional de seus alunos em qualquer contexto. Para aumentar as possibilidades de empregabilidade de jovens em situação de vulnerabilidade, a companhia fomenta, também na Argentina, a capacitação de jovens em tecnologia em parceria com a Arbusta, empresa que oferece serviços tecnológicos. No ano passado, mais de 200 jovens da Arbusta trabalharam dando suporte em TI para a área comercial no projeto #EcoFriday.

Com o objetivo de ajudar as organizações sociais sem fins lucrativos na captação de recursos, a companhia, por meio do Mercado Livre Solidário, disponibiliza os serviços de seu ecossistema, como venda de produtos ou serviços produzidos por elas ou doados; recepção de doações em evento ou atividade específica, no site, nas redes sociais ou de modo recorrente; venda para inscrições de eventos, capacitações alinhadas com o objetivo da organização; gestão de fundos para operação de programas específicos, como bolsas de estudos cobrança de microcréditos e pagamento de capacitações; e investimento de recursos via Mercado Fundo. Mais de 880 organizações aderiram ao programa, arrecadando via Mercado Livre Solidário mais de US$ 5,8 milhões.

No Brasil, a empresa investe os incentivos fiscais a que tem direito pela legislação em projetos de incentivo à cultura, esporte, saúde e defesa dos direitos da terceira idade, das crianças e dos adolescentes. Em 2017, a empresa direcionou R$ 4 milhões os projetos:

Fábrica de Ideias, do Instituto Reciclar, que promove o desenvolvimento profissional, social e pessoal de 60 adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco social na zona oeste de São Paulo e em Osasco;

Rede de Núcleos, do Instituto Esporte e Educação (IEE), de Osasco, que promove o valor do esporte. Com a verba destinada pelo Mercado Livre, foi criado um núcleo de atividades esportivas na cidade de Osasco, onde fica a Melicidade, a sede da empresa no Brasil. O núcleo realiza atividades duas vezes por semana na escola pública Darcy Ribeiro, no bairro Vila dos Remédios, beneficiando mais de 160 crianças entre 4 e 6 anos de idade.

Terceira Juventude e Terceira Idade com Dignidade, programas do Conselho Municipal do Ancião de Serrana. O primeiro oferece atendimento psicológico e atividades artísticas e esportivas para o idoso, e o segundo desenvolve a reabilitação dos anciãos com alto grau de dependência e que necessitam recuperar suas capacidades funcionais. Mais de 287 idosos foram beneficiados com a ajuda do MeLi.

Hacktudo, festival de cultura digital, com atividades teóricas e práticas, que explora e estimula novas tecnologias, o empreendedorismo e as inovações digitais.

IMPACTO AMBIENTAL

Por ser uma empresa de serviços, o Mercado Livre tem consciência de que os principais impactos ambientais da operação se concentram ao longo de toda a cadeia de valor. Justamente por isso, acredita que o cuidado com o meio ambiente é fundamental para o desenvolvimento de um negócio sustentável de longo prazo. Sua gestão ambiental se baseia em seis eixos: pegada de carbono, arquitetura sustentável, energias renováveis, mobilidade, embalagens e 4Rs. Para avaliar e gerir o impacto ambiental, a empresa trabalha de modo articulado com fornecedores e parceiros estratégicos.

Pegada de carbono: Desde 2016, a empresa mede sua pegada de carbono pelo padrão Greenhouse Gas Protocol (GHG), desenvolvido pelo Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD) e o World Resource Institute (WRI). A medição permite ao Mercado Livre identificar as fontes de emissão de Gases de Efeito Estufa (GEI) nos pontos críticos de suas operações. São consideradas na medição as emissões que surgem a partir da utilização de combustíveis ou da utilização de GEI de maneira direta; as emissões indiretas, geradas fora da empresa, mas que fazem parte do impacto causado por ela; e emissões indiretas geradas pelo deslocamento dos colaboradores, mercadorias e serviços terceirizados. Com os resultados, a empresa consegue definir políticas mais efetivas de redução. Em 2018, o Mercado Livre conseguiu reduzir a emissão de 394,5 toneladas de CO2.

Arquitetura sustentável e energias renováveis: A empresa desenvolve um trabalho de conscientização em toda a sua cadeia de valor, mas também faz a lição de casa. Seus espaços de trabalho seguem critérios de eficiência energética. O novo escritório da empresa, inaugurado em 2016 no Brasil, é modelo de arquitetura sustentável. Batizado de Melicidade, por suas dimensões gigantescas (são 33 mil metros quadrados de área ocupada), o escritório tem auditório para 200 pessoas, 140 salas de reunião, 11 salas de treinamento, restaurante, ambiente de convivência e benefícios como manicure e academia. O fornecimento de energia de toda essa estrutura é feito pelos 1.800 painéis solares que estão distribuídos em 7.000 m2 no topo do edifício. A iluminação interna é feita por um sistema automatizado de lâmpadas LED.

A Melicidade, em Osasco (SP), é modelo de arquitetura sustentável

A energia elétrica gerada pela Melicidade corresponde a 20% das necessidades de eletricidade da empresa, percentual que representa 100% do consumo dos escritórios do Chile, México e Colômbia juntos. O Mercado Livre investiu R$ 150 milhões na Melicidade para abrigar todos os seus mais de 2.110 funcionários. Antes, as equipes estavam distribuídas em três prédios diferentes em Alphaville, município de Barueri, em São Paulo.

Sistema de iluminação com energia fornecida pelos 1.800 painéis solares da Melicidade

Repensar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar – os 4 Rs: o Mercado Livre tem um programa que educa as equipes sobre a forma correta de separar os dejetos a partir da sua origem. Por meio de dinâmicas de dez minutos, as equipes compartilham informações, tiram dúvidas e analisam os processos de geração de resíduos e a melhor forma de reduzi-los. Com isso, os escritórios do Uruguai conseguiram manter uma taxa de recuperação de resíduos superior a 50%, graças, principalmente, à compostagem de 100% dos resíduos orgânicos. O modelo uruguaio está sendo aplicado nos demais países onde a empresa atua. No Brasil, a empresa faz a compostagem de 250 kg de orgânicos por dia. São resíduos gerados pelo restaurante da Melicidade. O adubo resultante é doado para 11 hortas públicas de Osasco e são utilizados na regeneração de terra para cultivo urbano. Mais de 35 famílias obtêm renda por meio da venda dos vegetais cultivados na terra adubada com os resíduos da Melicidade.

Lixo orgânico produzido no restaurante da Melicidade vira adubo doado à comunidade

A empresa também mantém um programa de recuperação de resíduos elétricos e eletrônicos. Equipamentos que a área de TI da empresa não mais utiliza são recuperados e doados a organizações sociais. Em toda a América Latina, o Mercado Livre recuperou, em 2018, mais de 143 toneladas de material reciclável.

Embalagens: No Brasil e na Argentina, o Mercado Envios, braço de logística da empresa, iniciou no ano passado um projeto piloto de uso de embalagens confeccionadas com material 100% biodegradável e compostável. Desde novembro de 2018 e durante todo o semestre de 2019, a empresa vai usar 4 milhões de sacolas de bioplástico nos produtos enviados a partir de seus centros de distribuição intermediários. O bioplástico, ao contrário do plástico comum, pode se degradar em poucas semanas. Os envelopes usados também são feitos a partir de matérias-primas de origem vegetal.

CAPITAL HUMANO

A estratégia de sustentabilidade do Mercado Livre também passa pela valorização de seu capital humano. Por promover uma cultura única, que estimula o espírito empreendedor de seus colaboradores, a empresa foi apontada pelo Great Place to Work como um dos melhores lugares para trabalhar na América Latina.  A empresa coloca seus funcionários no papel de cocriadores de cada ação e promove um engajamento que torna o ambiente de trabalho dinâmico, colaborativo, inspirador e com oportunidades futuras. A equipe de Recursos Humanos da empresa, composta por 130 pessoas, trabalha duro para trazer novos talentos que compartilhem a mesma cultura empreendedora da empresa, e para manter os já existentes. São, ao todo, 7.239 funcionários, 2.113 deles no Brasil.

A empresa preza pela igualdade de gêneros: 40% dos talentos da casa são mulheres, 60%, homens. A maioria (66,7%) tem menos de 30 anos de idade, e uma boa parcela (33,2%) está na faixa etária dos 30 aos 50. É, portanto, uma empresa de talentos jovens, acostumados com tecnologia e economia colaborativa. Várias iniciativas são desenvolvidas na empresa para promover a diversidade e a igualdade de oportunidades. E a companhia adota a política de Equal Pay, com diferenças salariais pouco significativas entre homens e mulheres.

As mulheres, aliás, são a maioria dos funcionários do Mercado Livre no Brasil. No final de 2018, elas ocupavam 1.097 das 2.113 posições de trabalho da empresa – 81 a mais que os homens. Em um país onde a desigualdade de gêneros vem sendo praticamente celebrada, e onde metade das mulheres que têm filhos são demitidas logo após o término da licença maternidade, segundo pesquisa da FGV, o Mercado Livre vai na contramão dos empregadores brasileiros e adotou políticas inclusivas justamente para beneficiar o funcionário no que é considerada a etapa mais importante de sua vida: o nascimento e a criação de um filho.

Todos os funcionários têm direito às licenças maternidade e paternidade. As mães desfrutam de jornada flexível, com presença reduzida no escritório durante o primeiro ano do bebê, sem redução de remuneração. Do primeiro ao segundo ano, contam com a possibilidade de dividir o home office ao longo da semana para entrar ou sair mais tarde e poder levar a criança na escola ou ao médico. Os pais contam com licença paternidade superior às legais a partir do nascimento do bebê, e até o sexto mês, podem também dividir o home office ao longo da semana para ter mais tempo com o filho e ajudar suas mulheres nos cuidados com a criança. Com esse tratamento, 92% das gestantes voltam ao trabalho após o nascimento de seus filhos. A mesma política se aplica a pais adotivos e a casais do mesmo sexo.

A preocupação com a família não para nos benefícios para grávidas, gestantes e pais novos. Recentemente, a empresa implantou o benefício de preservação de óvulos e se tornou a primeira na América Latina a acompanhar as mulheres que precisam ou escolhem aumentar seu ciclo de fertilidade.

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