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19 de agosto de 2019

Projetos da FBB impactam a vida de 130 mil pessoas em todas as regiões do país em 2018

Ações apoiadas e desenvolvidas pela Fundação Banco do Brasil reforçam compromisso da instituição de valorizar vidas para transformar realidades; projetos socioambientais estão alinhados com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostos pela Organização das Nações Unidas.

A designer Luiana da Silva, moradora de uma favela no Rio de Janeiro, está fazendo cursos de capacitação em empreendedorismo digital. O refugiado africano Alberto Imbunde, da Guiné Bissau, já fala português e conseguiu se inserir no mercado de trabalho. O morador de rua Edson Luiz tenta sair da situação de vulnerabilidade plantando verduras e legumes em uma das hortas urbanas de São Paulo. Agricultores familiares de nove Estados usam bancos de sementes comunitários no semiárido brasileiro para garantir o plantio e equilibrar o clima da região. Famílias da Reserva Extrativista do Baixo Juruá, no Amazonas, aprendem o manejo correto e sustentável dos pirarucus e tambaquis pescados no rio Juruá.  Todas essas histórias são de pessoas e comunidades que participam de projetos socioambientais com investimento da Fundação Banco do Brasil, instituição sem fins lucrativos criada pelo Banco do Brasil há 34 anos.

No ano passado, a Fundação investiu R$ 156,3 milhões em projetos sociais, sendo R$ 117,7 de fundo próprio e R$ 38,6 na forma de contrapartida de parceiros executores. No total, 389 projetos foram colocados em curso em 444 municípios de todas as regiões do país, beneficiando cerca de 130 mil pessoas. Desses projetos, 66,4% estavam relacionados à preservação ambiental e 33,6%, à educação. A instituição tem, entre seus compromissos, valorizar vidas para transformar realidades. Ela busca a inclusão socioprodutiva dos segmentos mais vulneráveis da sociedade em todo o território nacional, participando de iniciativas criadas para gerar trabalho e renda, preservar o meio ambiente, proporcionar educação e estimular projetos culturais.

Os projetos desenvolvidos e apoiados pela FBB estão alinhados com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) para o enfrentamento de desafios globais. A intenção é mobilizar governos, empresas e instituições na erradicação da pobreza, na proteção do planeta e na garantia de paz e prosperidade. Os objetivos abrangem questões de desenvolvimento social e econômico, como fome, saúde, educação, aquecimento global, igualdade de gênero, água, saneamento, energia, urbanização, meio ambiente e justiça social.

Para lidar com pessoas em situação de vulnerabilidade social, seus 157 colaboradores passam por cursos de capacitação e treinamentos e participam de eventos específicos sobre temas relevantes e emergentes, como integridade, ética, controles internos, gestão de riscos, equidade de gênero e racial, valorização do meio ambiente, luta das pessoas com deficiência, conscientização e prevenção ao câncer de mama e de próstata e regulamento de licitações e contratos.

Mas não é apenas com os treinamentos oferecidos pela FBB que os funcionários aprendem. O acompanhamento de projetos é uma escola. O contato com as tecnologias sociais – soluções econômicas e sustentáveis – mostrou ao assessor Carlos Simino técnicas que poderiam ser aplicadas na construção de sua nova moradia, uma casa de 55 m2 em um condomínio em Sobradinho (DF).


Em sentido horário, tijolos ecológicos no processo de cura; Carlos Simino, da FBB, construindo sua casa; paredes levantadas; e moradia finalizada (Fotos: Divulgação FBB)

Ao acompanhar o projeto Moradia Urbana com Tecnologia Social (MUTS), Simino aprendeu a fabricar tijolos ecológicos, uma opção mais barata que o tijolo cerâmico industrial e que não causa danos ao meio ambiente. Os blocos convencionais usam argila ou barro retirado das margens de rios e consomem lenha para o aquecimento do forno, emitindo gases na atmosfera. O tijolo ecológico, que se torna um isolante térmico natural, leva terra e 10% de cimento, e seu processo de cura se dá pela exposição ao sol e não pela secagem em forno. Além disso, esse tipo de tijolo gera economia com materiais de acabamento, de elétrica e de hidráulica.

Simino e a mulher produziram os 7.000 tijolos usados na construção com o auxílio de uma máquina de prensar manual, adquirida ao custo de R$ 3.600. “Se tivesse usado material convencional e contratado mão de obra, acho que teria gasto 30% a mais do que gastei”, calcula ele, para quem a construção da casa própria com as próprias mãos foi a realização de um sonho.

Realizado em parceria com a Rede Interação, o projeto MUTS foi premiado pela ONU-Habitat na categoria “Inovações tecnológicas para a habitação e para uma cidade sustentável e inclusiva”.

Agenda 2030

Desde a sua criação, em 1985, a Fundação Branco do Brasil trabalha em sinergia com o Banco do Brasil. A rede de agências bancárias da instituição financeira representam a FBB em todas as regiões do país. A oferta de serviços dessas agências leva em conta as especificidades culturais e sociais das comunidades onde a Fundação atua, e os funcionários do banco, por meio do programa Voluntariar BB atuam em várias iniciativas que transformam realidades. No ano passado, em parceria com o banco, a Fundação realizou vários projetos com foco na inclusão e transformação digital. Um deles foi o Nossa Feira Popular Solidária, que abrange 21 municípios do Piauí, Maranhão, Paraíba e Bahia, beneficiou 2.850 feirantes e teve investimento total de R$ 10,2 milhões.

O projeto nasceu como uma solução para os comerciantes de feiras livres prejudicados pela falta de papel-moeda, ocasionada pelo aumento do arrombamento e explosões em agências bancárias de várias localidades do Brasil. As ações dos criminosos interromperam o atendimento bancário em várias cidades, prejudicando a população e o comércio local. Em parceria com a Cáritas Brasileira, a Fundação e o BB promoveram capacitações de educação financeira com meios digitais, de modo a reduzir a dependência do papel moeda nas feiras livres. Barracas foram padronizadas e os feirantes, incentivados a substituir o uso de cédulas por máquinas de cartão para facilitar e dinamizar o comércio local.

O Nossa Feira Popular Solidária está alinhado com 4 dos 17 ODSs da ONU: Educação de qualidade, Fome zero e agricultura sustentável, Trabalho decente e crescimento econômico e Redução das desigualdades. O projeto foi um dos destaques da Fundação em 2018 e se juntou a outras ações que visam a atender a Agenda 2030 da ONU:

Viaduto Tec – Iniciativa realizada em parceria com a Central Única das Favelas, que recebeu R$ 405 mil em investimento social da FBB em 2018. Oferece cursos voltados ao empreendedorismo digital para 300 jovens e adultos das favelas do Rio de Janeiro. Criação de aplicativos, construção de sites, desenvolvimento de startups, marketing de vendas e direito na internet são algumas das capacitações oferecidas pelo projeto e que surgiram a partir de demanda dos próprios moradores. O objetivo é preparar profissionais para criarem seus próprios negócios na era digital.


Projeto Viaduto Tec capacita para o mercado de trabalho da era digital jovens e adultos de favelas do RJ

O Viaduto Tec contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030: Erradicação da pobreza, Educação de qualidade, Trabalho decente e crescimento econômico.

Polo de Formação e Reúso de Eletrônico – Estruturado pelo Instituto Intercidadania, o projeto recebeu R$ 758 mil em investimento social da Fundação BB. Trata-se de uma unidade de capacitação e vivência prática de metarreciclagem e economia circular, que em poucos meses se transformou em referência no campo da logística reversa de equipamentos eletrônicos. Oferece cursos gratuitos de aperfeiçoamento tecnológico, mídias sociais, web design, robótica e inovação para pessoas em situação de vulnerabilidade social. O projeto tem como públicos-alvo jovens, adultos e catadores de material reciclável.

Desdobramento do Centro de Recondicionamento de Computadores (CRC) de Recife, o Polo de Formação recupera computadores, impressoras e celulares e outros equipamentos obsoletos. As peças que podem ser recuperadas são doadas para entidades sem fins lucrativos que trabalham com inclusão digital e atividades socioprodutivas. O projeto também faz o upcycling dos materiais, transformando peças eletrônicas que não podem ser reaproveitadas em objetos de decoração e utensílios domésticos.

O projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030: Trabalho decente e crescimento econômico, Cidades e comunidades sustentáveis e Consumo e produção responsáveis.

Fortalecimento da Atividade de Manejo Sustentável de Pirarucu e Tambaqui na Reserva Extrativista do Baixo Juruá (AM) – Projeto da Associação dos Trabalhadores Rurais de Juruá (Astruj) realizado em parceria com a FBB e o Fundo da Amazônia (gerido pelo BNDES), com investimento total de R$ 526 mil. Promove a pesca sustentável no Baixo Juruá, garantindo fonte de renda para as famílias ribeirinhas e a manutenção da biodiversidade. A Astruj foi criada há 20 anos para implantar um modelo de desenvolvimento sustentável na região, que tem como principais fontes econômicas a pesca, o cultivo da mandioca para produção de farinha e a produção de hortaliças, plantadas nas várzeas dos rios.

O pirarucu e o tambaqui são espécies consideradas de maior importância comercial na cadeia produtiva do pescado da região amazônica. A produção de pescado das 150 famílias gira em torno de 40 toneladas por ano, porém a estrutura usada pela associação era considerada precária, o que prejudica os resultados da produção. O projeto possibilitou a aquisição de duas embarcações que são usadas no transporte do pescado até os pontos de comercialização, de caixas isotérmicas removíveis, de máquinas de gelo para a conservação do pescado, de geradores de energia e de materiais de pesca e matéria-prima.

O projeto conta também com consultores técnicos e capacitação em gestão de empreendimentos coletivos para os associados. Está inserido em três dos 17 ODSs da ONU: Erradicação da pobreza, Trabalho decente e crescimento econômico e Redução das desigualdades.

Centro de Medicina na Floresta (CMF) – A FBB investiu R$ 336 mil em 2018 nesse projeto que produz e distribui gratuitamente remédios fitoterápicos caseiros feitos a partir de plantas encontradas na Floresta Nacional do Purus, no Amazonas. Ao todo, o Centro de Medicina, que há 30 anos dedica-se à pesquisa, educação, preservação e resgate dos conhecimentos tradicionais dos povos da floresta, cultiva em torno de 500 espécies de plantas nativas e ornamentais.

O resultado é visto nas 200 fórmulas produzidas de florais da Amazônia, chás, banhos, compressas perfumadas, defumação, tônicos, fitoessências, homeopatias, pomadas, argila, travesseiros de ervas, repelentes, piolhicida, neutralizadores de venenos, óleos e desinfetantes. Os florais são desenvolvidos com 71 tipos de flores. Já na lista das pomadas estão os nomes popularmente conhecidos como sara tudo, cura benta, radical, deliciosa, refrescante, balsâmica e poderosa. A produção é destinada gratuitamente à comunidade local, mas é comercializada para consumidores do Brasil e do mundo.

Com o investimento da FBB, o CMF construiu e mobiliou o novo laboratório, e está capacitando os associados em produção de florais e bioconstrução. O projeto atende 32 moradores da comunidade. Fundado em 1989 por mulheres, a organização se tornou referência em educação e saúde comunitárias. O projeto está alinhado com três dos 17 ODSs da ONU: Saúde e bem-estar, Educação de qualidade e Ação contra a mudança global do clima.

Bancos Comunitários de Sementes – Projeto desenvolvido em parceria com a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) com o objetivo de implantar 180 bancos comunitários de sementes e 171 cisternas para armazenamento de água de chuva na região do Semiárido Brasileiro. Com investimento social de R$ 10,8 milhões, o projeto beneficia os Estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e Minas Gerais com 20 bancos de sementes cada. As 3.600 famílias envolvidas estão sendo capacitadas para organizar o trabalho e fazer a gestão dos bancos.


Bancos comunitários de sementes beneficiam 3.600 famílias do semiárido

Os bancos comunitários funcionam como uma instituição financeira, mas em vez de dinheiro, o bem são as sementes crioulas, as que são utilizadas tradicionalmente pelos antepassados. Os agricultores familiares participantes depositam no banco as sementes. No momento do plantio, eles emprestam a quantidade necessária. Após a colheita, cada um devolve 50% a mais do que foi emprestado. Com isso, o estoque aumenta e mais famílias podem participar do próximo plantio.

As famílias que receberam as cisternas estão passando por capacitação sobre a manutenção da tecnologia social e o uso racional da água. O projeto Banco de Sementes com Tecnologias de Acesso à Água está alinhado com 7 dos 17 ODSs da ONU: Erradicação da pobreza, Fome zero e agricultura sustentável, Água potável, Trabalho decente e crescimento econômico, Redução das desigualdades, Cidades e comunidades sustentáveis e Parcerias e meios de implementação.

Educação e Capacitação para Refugiados e Migrantes – Com investimento social de R$ 570 mil, esse projeto em parceria com a Cáritas Brasileira tem o objetivo de contribuir para a adaptação e o ingresso no mercado de trabalho de refugiados do Congo, Haiti e Camarões que vivem no Distrito Federal. A iniciativa desenvolve ações educativas e capacitações para aprimorar competências, com especial atenção para cursos de língua portuguesa e cultura brasileira, leis trabalhistas, economia solidária, empreendedorismo e informática básica. O projeto prevê o atendimento de 200 imigrantes e refugiados de diversos países.

Essa iniciativa se alinha com os seguintes ODSs da ONU: Erradicação da pobreza, Agricultura sustentável, Educação de qualidade e Redução das desigualdades.


Entrega de certificados de capacitação em língua portuguesa facilita o acesso de refugiados ao mercado de trabalho

Horta Urbana – Realizado em parceria com Associação de Resgate à Cidadania por Amor à Humanidade (ARCAH), esse projeto cria oportunidades de renda para pessoas em situação de rua na capital paulista. Ao oferecer acompanhamento psicológico e capacitação em agricultura urbana, a iniciativa também reintegra esse grupo em situação vulnerável à sociedade. A meta é atender pelo menos 200 pessoas, que são selecionadas nos Centros Temporários de Acolhimento (CTAs). As aulas práticas acontecem na horta-escola construída em uma área de 3.000 m2, no bairro Jabaquara. Os legumes e verduras cultivados sem o uso de agrotóxico e com adubação natural servem de alimentação saudável para os próprios alunos.

O projeto também prevê o plantio de hortas urbanas em espaços ociosos na cidade, como terrenos baldios e telhados de condomínios, com o objetivo de melhorar a paisagem urbana e de proporcionar alimentação mais saudável aos moradores vizinhos. Fome zero e agricultura sustentável, Trabalho decente e crescimento econômico, Redução das desigualdades e Vida terrestre são os ODSs contemplados pelo projeto.

Sementes da Amazônia – Projeto desenvolvido pela Cooperativa de Desenvolvimento Agro-Extrativista e de Energia do Médio Juruá (Codaemj) para a coleta e extração de óleo das amêndoas de ucuuba, andiroba e mururu, no município de Carauari (AM), a 790 km de Manaus. Beneficia mais de 500 famílias que vivem nas comunidades ribeirinhas nas vizinhas Reserva Extrativista Médio Juruá e Reserva de Desenvolvimento Sustentável Uacari. O trabalho de coleta é feito conforme a regulamentação ambiental para preservação da floresta.

O óleo extraído das sementes pela Codaemj é vendido para a Natura, que o usa como matéria-prima de sabonetes, xampus, cremes de cabelo e hidratantes corporais. A Fundação Banco do Brasil e o Fundo da Amazônia fizeram um investimento social de R$ 600 mil nesse projeto para possibilitar o seu crescimento em produção e número de famílias participantes. Graças ao recurso, em 2018 a produção foi de 27 toneladas – um aumento de 35% sobre 2017. O número de famílias envolvidas subiu 30% no mesmo período. O dinheiro também permitiu a construção de um galpão com aproximadamente 300 m2 e a capacitação de jovens e mulheres em gestão e finanças de cooperativas.

Esse projeto está inserido nos seguintes ODSs da ONU: Fome zero e agricultura sustentável, Trabalho decente e crescimento econômico, Redução das desigualdades e Consumo e produção responsáveis.

Orquestrando o Brasil – Com o apoio da Fundação Banco do Brasil e do Banco do Brasil – criado pelo maestro João Carlos Martins – a iniciativa pretende apoiar, capacitar e divulgar orquestras, bandas e conjuntos musicais de todo o país. Em sua versão inicial, o projeto mobilizou e capacitou 100 grupos musicais no Estado de São Paulo, em 70 cidades diferentes, e possibilitou a organização de 20 orquestras.


O maestro João Carlos Martins, que está à frente do Orquestrando o Brasil

Na versão expandida, o projeto pretende alcançar a marca de 500 grupos musicais de comunidades carentes no Brasil. Uma das etapas do projeto prevê o desenvolvimento de uma plataforma digital para promover e disseminar conteúdos, capacitações para regentes e músicos e proporcionar a constituição de redes para troca de experiências e intercâmbio. O investimento social da FBB nesse projeto foi de R$ 1,6 milhão em parceria com o BB e a Fundação Educacional, Cultural e Artística Eleazar de Carvalho. Quatro dos 17 ODSs são contemplados pelo Orquestrando o Brasil: Educação de qualidade, Igualdade de gênero, Parcerias e meios de implementação e Saúde e bem-estar.

Responsabilidade socioambiental

A Fundação Banco do Brasil também investe em projetos que conciliam desenvolvimento econômico com conservação do meio ambiente e vão desde ações de recuperação ambiental, como o reflorestamento de áreas degradadas e preservação de nascentes e matas ciliares, até correta destinação de resíduos sólidos e eletrônicos.

Um dos destaques é o projeto que revitaliza a bacia hidrográfica do Alto Rio Descoberto, que atende cerca de 70% da demanda de água da população do Distrito Federal. Parceria com o Governo do DF, a iniciativa recebeu investimentos de R$ 1 milhão e tem entre os seus objetivos: a revitalização de 224 nascentes por meio de mutirões das comunidades para o plantio de mudas nativas do Cerrado; a construção de 1.200 barraginhas (pequenas bacias que facilitam a infiltração da água do solo, impedindo o despejo de sedimentos em nascentes e leitos de rios); e a implantação de 40 unidades demonstrativas de manejo de irrigação.

Além disso, estão previstas: a capacitação de 90 agricultores familiares para o uso racional da água e para a preservação da área de mananciais e a aquisição de veículos e equipamentos para a readequação de estradas e propriedades rurais, de modo a evitar que enxurradas levem ao assoreamento dos rios. Água potável e saneamento, Ação contra a mudança global do clima, Vida na água e Vida Terrestre são os ODSs em que esse projeto se insere.

Igualdade de oportunidades

A Fundação também apoia iniciativas que promovem a igualdade de oportunidades, dando prioridade para as ações para o empoderamento e a inclusão social de mulheres e jovens. Para as mulheres, estão sendo viabilizados projetos que valorizam a participação feminina no desenvolvimento do país, nas cidades, no campo e na floresta. Para os jovens, aqueles que visam à inserção no mercado de trabalho. Para a FBB, a juventude é peça-chave na sustentação do crescimento do país, ao mesmo tempo em que é um segmento extremamente sensível à violência e às desigualdades sociais.

O sucesso das ações apoiadas pela FBB se deve, em parte, à sua conduta ética e transparente, que envolve o comprometimento de todos os colaboradores com o Código de Ética dos Funcionários do Banco do Brasil e a Carta de Conduta da FBB. No ano passado, a instituição estabeleceu seu Programa de Integridade e sistematizou, em um único documento, todos os mecanismos para promover boas práticas de governança e para evitar riscos, fraudes e corrupção na própria atuação e nos projetos realizados com parceiros. Acabou recebendo, com isso, o Selo ONG Transparente, emitido pelo Instituto Doar, que atesta a transparência e disponibilidade das informações no Portal da FBB.

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