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2 de agosto de 2019

Suzano amplia projetos socioambientais após megafusão com a Fibria

Para reduzir o impacto ambiental de suas atividades, a gigante da indústria de base florestal Suzano SA mantém um relacionamento estreito com as comunidades das áreas onde atua. Seus projetos socioambientais vão do incentivo à apicultura sustentável e à agricultura comunitária até a implantação de bibliotecas e programas de educação ambiental em escolas públicas

O Brasil é um país altamente eficiente na produção de celulose. Sua alta competitividade se deve, principalmente, a características ambientais favoráveis, como clima, solo, relevo, composição atmosférica, índice pluviométrico, umidade do ar, vento, radiação e temperatura, e ao investimento em pesquisa e desenvolvimento feito pelas empresas do setor e por órgãos de pesquisa desde o início dos anos 1990. Em janeiro deste ano, duas das maiores empresas mundiais do setor, a Suzano Papel e Celulose (SPC) e a Fibria Celulose, concluíram processo de fusão que criou a gigante da indústria de base florestal Suzano SA, uma empresa com capacidade de produção de 11 milhões de toneladas de celulose e 1,4 milhão de tonelada de papel por ano.

Na semana passada, a Suzano SA divulgou seu primeiro relatório corporativo. O documento destaca os principais resultados das duas empresas em 2018, durante o processo de fusão, e reforça o compromisso da nova companhia com a pesquisa voltada ao aumento da produtividade e da sustentabilidade de plantios florestais e com a manutenção de programas sociais que visam a reduzir o impacto ambiental de suas atividades.

“Pela natureza de nosso negócio, os desafios relacionados à agua, à energia e às mudanças climáticas serão algumas de nossas bandeiras na dimensão ambiental. No social, vamos trabalhar em programas de desenvolvimento territorial associados à educação e à geração de renda”, diz Walter Schalka, presidente da Suzano SA, na abertura do relatório. “Em nossas mãos, está a condição perfeita para avançarmos na busca por soluções para uma economia de baixo carbono, respondendo aos anseios da sociedade por produções sustentáveis e produtos renováveis.”

O documento aponta as iniciativas sustentáveis da empresa, como a fabricação de papel cartão (BlueCup) para copos descartáveis, um mercado que responde por aproximadamente 600 mil toneladas anuais no Brasil e cuja matéria-prima principal tem origem fóssil. O material foi desenvolvido a partir de fonte renovável – o plantio de eucalipto –, e a Suzano está desenvolvendo uma versão 100% biodegradável, compostável e reciclável.

Em 2018, a SPC e a Fibria deram continuidade aos programas destinados à eficiência e gestão ambiental de suas unidades fabris. Nas unidades florestais, as duas empresas mantiveram os programas relacionados à restauração de áreas degradadas e proteção de remanescentes de vegetação nativa, nos biomas Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado.  A estratégia de conduta socioambiental contribui para o combate dos efeitos das mudanças climáticas por meio do plantio de eucalipto e preservação de áreas de mata nativa, que potencializam o sequestro e o estoque de carbono. As áreas de plantio da empresa seguem o sistema de mosaico, que intercalam áreas naturais com plantios de eucalipto, criando corredores ecológicos. Isso viabiliza a manutenção e o desenvolvimento de espécies da fauna e da flora e promove a qualidade e a manutenção dos ciclos naturais.

O braço de pesquisa da Suzano, a FuturaGene, teve papel de destaque nessa conduta socioambiental, desenvolvendo espécies de eucalipto mais resistentes a pragas, mais produtivas e com menos necessidade de agroquímicos que impactem no meio ambiente. Em fazendas experimentais em São Paulo, a empresa testa, no momento, árvores com uma proteína que possui efeito inseticida natural e que previne a infestação de alguns insetos.

Ações comunitárias

Após a fusão, o número de programas da Suzano SA destinados à preservação e conservação do meio ambiente e à geração de renda nas comunidades das áreas onde atua mais que dobrou. A Suzano Papel e Celulose investiu, em 2018, na criação de conselhos comunitários, na Bahia e no Maranhão, e decidiu em conjunto com eles que projetos de geração de renda e desenvolvimento territorial deveriam ser priorizados para mitigar os possíveis impactos das operações florestais. Entre eles estão:

Apicultura sustentável – Realizado em áreas de conservação da Suzano na Bahia, no Maranhão e em São Paulo, esse projeto possibilita renda alternativa para mais de 110 parceiros, que utilizam esses locais em regime de comodato. Em 2018 foram produzidas 207,1 toneladas de mel, própolis e pólen, e mais de 490 famílias foram beneficiadas com a venda desses produtos.

Piscicultura sustentável – Projeto de capacitação técnica e de geração de renda que beneficia 25 famílias de pescadores dos municípios de Mucuri (BA) e Conceição da Barra (ES), por meio da criação de tilápias em tanques-rede e tanques escavados. Promove a conscientização da conservação das matas ciliares e o uso sustentável dos recursos naturais.

Extrativismo sustentável – Parceria com associações comunitárias, Instituto Chico Mendes e Conselho de Desenvolvimento Comunitário das Quebradeiras de Coco Babaçu, esse projeto beneficia 130 famílias de nove associações, com o desenvolvimento e a comercialização de produtos como farinha de mesocarpo, óleo de babaçu, açaí em polpa (muda e em caroço), carvão e amêndoas.

Projeto Golfinho – Entidade sem fins lucrativos mantida pela Suzano desde 1996 no município de Mucuri (BA), promove o resgate cultural regional e complemento de ensino no contraturno escolar por meio de aulas de reforço e oficinas de artesanato, costura, estamparia, capoeira, canto, informática, percussão e educação física oferecidas a crianças e famílias em situação de alta vulnerabilidade social. O projeto tem 384 alunos matriculados.

Escola de heróis – Programa que, desde 2017, promove aulas e ações de sensibilização, com foco na formação de valores que possibilitam instigar práticas para a melhoria da qualidade de vida e do meio ambiente, além de outros valores pertinentes à cultura e à sustentabilidade, em quatro escolas municipais da zona rural de Itinga e Açailândia, no Maranhão. Os alunos participantes do projeto têm aulas de primeiros socorros, meio ambiente e resíduos sólidos, teoria sobre combate a princípio de incêndio, relações humanas na vida pessoal e no trabalho, educação física, educação cível e canto. No ano passado, 608 jovens, de 14 escolas em seis municípios, foram beneficiados pelo projeto.

Agricultura comunitária – Implementado na Bahia e no Maranhão com o objetivo de fortalecer os arranjos produtivos locais, garantir a segurança alimentar e melhorar a qualidade de vida das áreas de convivência da SPC na Bahia e no Maranhão, esse projeto oferece aos agricultores familiares suporte técnico e treinamentos teóricos e práticos sobre cultivo, manejo, organização comunitária e sistemas produtivos. Em 2018, 873 pessoas foram beneficiadas com a produção de 1,7 mil tonelada de alimentos dessas lavouras.

Rede responsável – Rede de troca de informações, produtos, recursos e serviços criada pela Fibria. Por meio dela, pessoas, empresas que fazem parte da cadeia produtiva e governos podem investir no fortalecimento de iniciativas socioambientais da empresa para o desenvolvimento de comunidades nos país. Em 2018, com o apoio de 33 parceiros, a rede arrecadou R$ 23 milhões, aplicados para transformar vidas nas comunidades das regiões em que atua.

Programa de desenvolvimento rural territorial (PDRT) – Capacita agricultores familiares por meio de assistência técnica à produção e estímulo ao uso de tecnologias de baixo custo, com redução do impacto ambiental; gestão de associações e redes; e incentivo e orientação para acesso a políticas públicas que ampliam as possibilidades de comercialização dos produtos. Mais de 4.000 famílias dos Estados da Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e São Paulo foram beneficiadas pelo incremento de renda de R$ 1.505 por mês proporcionado pelo programa.

Parceria pela Valorização da Educação (PVE) – Desenvolvido em 24 municípios da Bahia, do Espírito Santo, do Mato Grosso do Sul e de São Paulo, a PVE contribuiu para a melhoria da qualidade da educação pública nos municípios onde a Fibria atua. O programa atua em duas frentes: Gestão Pública e Mobilização Social. Enquanto a primeira, em parceria com as prefeituras locais, capacita e qualifica técnicos das secretarias municipais de educação e gestores escolares para atuar no fortalecimento das políticas públicas educacionais, a segunda visa tornar a comunidade mais engajada nas demandas por uma educação de qualidade. No ano passado, as ações da PVE impactaram 44.816 pessoas, 302 escolas de ensino público e 764 gestores de secretarias municipais, diretores e coordenadores de escolas participantes.

Assentamentos sustentáveis – Realizado em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), a Universidade de São Paulo (USP), esse projeto ajudou 361 famílias na transição do acampamento de lona para assentamento com casas no sul da Bahia, a partir do desenvolvimento da produção agroflorestal em sistema ecológico. No ano passado, 2.700 pessoas saíram da pobreza com o apoio do projeto, e mais de 5.000 pessoas foram impactadas indiretamente. A renda média mensal por família assentada saltou de R$ 300 para R$ 3.200.

Comunidades indígenas – Conduzido por uma equipe interdisciplinar formada por antropólogos e indigenistas, esse projeto tem por objetivo apoiar a sustentabilidade das terras indígenas vizinhas às áreas da Fibria, por meio do:

1 – Programa de Sustentabilidade Tupiniquim e Guarani (PSTG) – ações integradas contribuem na recuperação das condições ambientais para as atividades econômicas e práticas socioculturais desses povos no Espírito Santo desde 2012.

2 – Programa de Sustentabilidade Ofayê – desenvolvido com o propósito de disponibilizar recursos para a valorização da cultura, do artesanato e da agricultura familiar de subsistência, é voltado para 30 famílias da etnia Ofayê que vivem em reserva no município de Brasilândia (MS). Com o apoio da Fibria, a produção de artesanato dessas famílias é comercializada em lojas de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Três Lagoas (MS).

Colmeias – O programa fortalece a atividade apícola em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo e Bahia por meio do aperfeiçoamento da cadeia produtiva do mel de eucalipto e de mata nativa, gerando emprego e renda para as famílias de 870 produtores e 34 associações de apicultores. O Colmeias oferece apoio na implementação de novas tecnologias e na capacitação em noções estratégicas de manejo, gestão e comercialização do produto, valorizando a atividade. Em 2018, foram produzidas 1.400 toneladas de mel nas áreas da Fibria em 2018. O volume de vendas gerado no período de 2018 foi de R$ 3.484.329,80.

Comunidades pesqueiras – Ações da Fibria promovem o desenvolvimento integrado e participativo da comunidade, empresas, sociedade e poder público e estimulam o empreendedorismo e o fortalecimento das associações de base a partir da estruturação da cadeia do pescado nos pontos de escoamento da produção de celulose, em Barra do riacho, no município de Aracruz (ES) e em Caravelas, no sul da Bahia.

Gestão ambiental

Instituto Ecofuturo – Organização sem fins lucrativos mantida pela Suzano (SPC), que visa a transformar a sociedade por meio da conservação ambiental e da promoção da leitura. O Instituto atua como articulador entre a sociedade civil, o poder público e o setor privado, integrando livros, pessoas e natureza. Suas principais iniciativas são o Projeto Biblioteca Comunitária Ecofuturo e o Parque das Neblinas.

Desde 1999, o projeto Biblioteca Comunitária já implantou mais de 100 bibliotecas em escolas públicas do país. São instalações abertas às comunidades com o objetivo de democratizar o acesso à leitura. O projeto ainda promove cursos gratuitos de promoção à leitura e de auxiliar de biblioteca, além de oficinas de gestão, sustentabilidade e educação ambiental. Mais de 4.000 pessoas já foram capacitadas pelo projeto.

Localizada nos municípios de Mogi das Cruzes e Bertioga, em São Paulo, a reserva ambiental Parque das Neblinas, área de preservação da Suzano, é utilizada pelo Instituto Ecofuturo para o desenvolvimento de atividades de educação ambiental, pesquisa científica, ecoturismo, manejo, restauração florestal e participação comunitária. Com 6.000 ha, a área exerce papel importante na conservação dos recursos naturais da Serra do Mar paulista, contribuindo para a proteção da bacia do rio Itatinga e do maior contínuo de Mata Atlântica do Brasil: o Parque Estadual da Serra do Mar e a Serra de Paranapiacaba. O Parque mantém os programas de educação ambiental Meu Ambiente, do qual participaram 5.000 alunos de 70 escolas públicas e 180 educadores, e Manejo Comunitário, que já compartilhou conhecimento sobre manejo, conservação e valorização da floresta com mais de 1.000 pessoas desde que foi criado. Oitenta e cinco por cento dos colaboradores do parque são moradores do entorno, incluindo mateiros e ex-caçadores, e já passaram pelas oficinas oferecidas pelo parque.

Por meio desses programas, o Instituto Ecofuturo já conseguiu identificar mais de 1.250 espécies da biodiversidade, sendo três delas novas para a ciência, conservar 477 nascentes do rio Itatinga e do Alto Tietê, e dispersar 7 milhões de sementes da palmeira juçara, espécie ameaçada de extinção e que é fundamental para o equilíbrio da Mata Atlântica.

O relatório da Suzano SA mostra ainda que a preservação ambiental foi uma preocupação constante da Fibria e da SPC em 2018, quando as duas empresas seguiam com suas operações em separado. Seus programas de gestão hídrica atuaram com foco na proteção de nascentes e dos corpos d’água localizados em suas unidades e priorizaram o uso eficiente de recursos hídricos nas plantações, de modo a evitar riscos de desabastecimento de água em suas operações e nas comunidades do entorno.

O projeto Nascentes do Mucuri, por exemplo, foi criado pela SPC em 2017 para estimular a proteção das nascentes do rio Mucuri, fonte de água para as operações da empresa. A escolha se deveu à vegetação remanescente da Mata Atlântica, um dos biomas mais diversos do planeta e que abriga diversas comunidades e atividades econômicas. O rio percorre 466 km do nordeste de Minas Gerais ao sul da Bahia e tem 15.400 km2. Suas comunidades ribeirinhas somam 537 mil habitantes. Nos últimos anos, o desmatamento e a degradação dos recursos hídricos levaram à redução da vazão do rio, ao assoreamento de brejos, das nascentes e dos cursos d’água. A seca atingiu a região e comprometeu o abastecimento de água para a população e impactou produtores de gado e pescadores locais, que acabaram perdendo composição de renda. 

O Nascentes do Mucuri promove educação ambiental e qualificação dos produtores locais com o objetivo de consolidar uma cultura de preservação. Por meio de parcerias institucionais e financeiras, o programa já dedicou 1.407 horas à educação socioambiental, mobilizou quase 10 mil pessoas, visitou 10.108 propriedades rurais, plantou mais de 49 mil mudas para a recuperação da vegetação local e da mata ciliar e está restaurando 339 nascentes.

Além de manterem áreas de preservação previstas em lei, a SPC e a Fibria voluntariamente conservaram e prestam serviços ambientais a áreas nas quais puderam reconhecer atributos socioambientais importantes, como biodiversidade, extensão de fragmentos de floresta bem conservados e de ecossistemas raros ou ameaçados. Em parcerias com ONGs e universidades, as empresas fazem monitoramento periódico da fauna e da flora locais com a finalidade de avaliar os efeitos do manejo florestal e adotar medidas de conscientização e proteção do meio ambiente. Esse monitoramento já identificou espécies raras e novas espécies de bichos e plantas.

O programa de restauração florestal da agora Suzano SA já plantou, em dez anos, mais de 11 milhões de mudas nativas nos biomas Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia, contribuindo para a manutenção da biodiversidade, preservação de nascentes e qualidade dos ciclos naturais em áreas degradadas. Em 2018, a companhia iniciou a restauração e a recuperação do ecossistema de 3.767 hectares.

Ações de cidadania

Há mais de dez anos, a Suzano investe no Programa Voluntariar, que incentiva colaboradores, familiares e comunidades vizinhas a doar um pouco de seu tempo para iniciativas educacionais. Em 2018, mais de 2.800 voluntários foram mobilizados em iniciativas como oEscola Formare, que capacita jovens em vulnerabilidade social, e o Suzano na Escola, que desperta o espírito empreendedor em jovens em fase escolar. O programa beneficiou 30.719 pessoas em 24 iniciativas.

Campanhas de mobilização, como as de Solidariedade e Doação de Sangue, realizadas em parceria com órgãos públicos e instituições sociais, são desenvolvidas com o propósito de estimular a cidadania e solidariedade dos colaboradores da empresa.

Com uma receita líquida de R$ 31,7 bilhões, a Suzano SA fechou 2018 com 11 fábricas de papel e celulose no Brasil, presença em mais de 80 países, 8 centros de pesquisa, 20 centros de distribuição e 37 mil trabalhadores diretos e indiretos. Sua área de manejo tem 1,3 milhão de hectares de áreas plantadas, e mais de 900 mil hectares de área são destinados à conservação. Seus produtos e serviços impactaram mais de 2 bilhões de pessoas no mundo. “Temos consciência do tamanho da nossa responsabilidade a partir da liderança que exercemos no mercado, por isso queremos ser agentes transformadores e não meros espectadores”, conclui o presidente da empresa.

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